2022

"Se for candidato, que parta para a disputa", diz João Azevêdo sobre Marcelo Queiroga

Ministro é cotado para ser candidato a governador da Paraíba, com apoio do presidente Bolsonaro.

24/11/2021 16h58Atualizado há 1 semana
Por: Paraíba Todo Dia
Fonte: Agenda Política
Foto: Montagem/Reprodução/Internet.
Foto: Montagem/Reprodução/Internet.

O governador da Paraíba, João Azevêdo (Cidadania), disse, em entrevista à Rádio Arapuan FM, na última terça-feira (23), não acreditar na possibilidade do ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, concorrer ao governo do estado nas eleições de 2022, mas que se houver uma decisão nesse sentido, "que ele parta para a disputa".

"Vou analisar o que ele disse aqui recentemente, que não seria candidato. Mas, se for, que parta para a disputa. Na Paraíba, ou em qualquer lugar, as pessoas têm o direito de se candidatarem e terão que mostrar aquilo que fazem e aquilo que fizeram pelo seu povo", afirmou João.

O governador ainda disse que Queiroga precisa "preservar a história de médico" que ele construiu antes de chegar ao Ministério da Saúde."O ministro teve, durante esse período, altos e baixos. Nós vivemos e conhecemos a história. Quando ele assumiu, o discurso era um pouco diferente do que acontece hoje. Desde o uso de máscaras até a liberação de certos protocolos. O ministro precisa preservar, acima de tudo, sua história de médico", avaliou.

A imprensa nacional tem dito que uma eventual candidatura de Marcelo Queiroga nas eleições do próximo ano é cada vez mais concreta, com o apoio do Palácio do Planalto. Mesmo assim, em entrevista recente, o ministro garantiu que neste momento segue focado no combate à pandemia.

"Eu nunca militei na política partidária. E eu estou muito feliz no que estou fazendo, que é cuidar da saúde pública de cada um dos mais de 200 milhões de brasileiros", disse o ministro.

Já em discurso no dia 21 de outubro, em agenda com Bolsonaro no sertão da Paraíba, Queiroga atacou o Consórcio Nordeste, formado por governadores da região. "No passado, um consórcio de governadores disse que ia trazer vacinas (ao país). Quantas vacinas eles trouxeram? Nenhuma. Todas as vacinas foram trazidas pelo governo do presidente Bolsonaro, e as vacinas só tem um dono: o povo do Brasil", disse Queiroga.

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