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NOVAMENTE

Idosa de Campina Grande recebe terceira dose de vacina contra a Covid-19 e pede que profissional imunize sua boneca também

Terezinha Rodrigues dos Santos, que vive no abrigo do Instituto São Vicente de Paulo, em Campina Grande, voltou a viralizar nas redes sociais da Secretaria de Saúde do Município

10/09/2021 16h46Atualizado há 3 semanas
Por: Paraíba Todo Dia
Fonte: Redação + G1
Foto: Reprodução
Foto: Reprodução

A idosa de 87 anos Terezinha Rodrigues dos Santos, que vive no abrigo do Instituto São Vicente de Paulo, em Campina Grande, voltou a viralizar nas redes sociais da Secretaria de Saúde do Município.

Ela ganhou fama após surpreender as equipes de vacinação quando recebeu a primeira dose da vacina contra a Covid-19, em janeiro deste ano.

Após receber o imunizante, Terezinha pediu que a profissional de Saúde também aplicasse a vacina em sua boneca "Cidinha".

Nesta quinta-feira, 09, quando recebeu a terceira dose da vacina, a idosa fez questão de que a equipe de vacinação garantisse novamente a imunização da boneca que ela chama de filha. 

Primeira dose

Terezinha Rodrigues dos Santos, de 87 anos, surpreendeu a equipe de vacinação contra a Covid-19, no Instituto São Vicente de Paulo, em Campina Grande, no mês de janeiro. Após receber a primeira, das duas doses do imunizante, ela voltou e pediu que e técnica de enfermagem também aplicasse a vacina na boneca "Cidinha", a quem chama de filha.

A profissional de saúde, que como disse, considera ter sido “presenteada” com a situação, foi a Alailza Gomes da Silva, que atua na área há mais de cinco anos.

“Ela, com aquele acolhimento que a gente não esperava disse: 'vacina minha filha Cidinha, para ela não ficar doente, por favor. Nem ela, nem eu", relatou a técnica sobre o diálogo que teve com a idosa.

A profissional de saúde, claro, não poderia negar um pedido tão especial. Pegou uma seringa e fingiu que estava imunizando a boneca.

“Quando apliquei a vacina vi no olhar dela uma gratidão imensa”, contou.

Dona Terezinha, que chegou ao Instituto São Vicente de Paulo em 2004, explicou que Cidinha não poderia ficar sem vacinação, afinal, a considera como filha.

"Eu pensei que ela tinha que [se] vacinar também, né? Igual eu. Ou ia ficar muito doente... ela já vai completar três anos, então é melhor se vacinar logo", relatou.

No fim, um gesto simples e humano por parte da técnica ao atender ao pedido da senhora, resultou nos muitos sorrisos dela e de toda a equipe de vacinação. Afinal, "Quem ama, cuida, né?", como disse Terezinha.

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