COVID-19

Novas mutações das variantes P1, vista em Manaus, e P2, identificada no Rio de Janeiro, têm mutações no Brasil inteiro

Infectologista Sílvia Fonseca diz que comportamento é próprio dos vírus

12/03/2021 00h14Atualizado há 1 semana
Por: Paraíba Todo Dia

Apesar da alta transmissibilidade das variantes, é preciso compreender o cenário atual da alta de casos como resultado de uma combinação de fatores. Isso inclui, também, regras de restrição de circulação de pessoas insuficientes e o próprio negacionismo da doença por parte da população.

As novas mutações das variantes P1, vista em Manaus, e P2, identificada no Rio de Janeiro, já estão tendo novas mutações no Brasil inteiro. De acordo com a infectologista e diretora corporativa de infectologia do Sistema Hapvida, Dra. Sílvia Fonseca, esse comportamento é próprio dos vírus. “Eles mudam muito e a maioria terminam por se extinguir, graças a essas mutações”, afirma a infectologista, alertando que, em alguns casos, com a mutação, o vírus se torna mais transmissível de uma pessoa para outra e, ainda de acordo com seu parecer, é isso que está acontecendo.

Dra. Silvia Fonseca conta ainda que em outras partes do mundo está acontecendo o mesmo, tendo por lá, outras variantes do mesmo vírus. “Pesquisas apontam que eles estão mais transmissíveis. Mas, será que os sintomas também estão mais graves? Sim. Pois, ele está passando mais rápido e com mais facilidade de uma pessoa para outra”, detalha.

A infectologista recomenda que agora, mais que nunca, é preciso que cada um ponha em prática as medidas que param a transmissão do vírus. “Quais são elas?”, pergunta. E segue explicando: “O uso da máscara, cobrindo o nariz e a boca. Não valendo a máscara brinco, pendurada na orelha; nem a máscara cachecol, no pescoço. Além de usar sempre, na higienização das mãos, o álcool em gel”, completa.

Conforme orientado pela infectologista, a importância da máscara é para evitar as secreções que podem ser expelidas e alcançar a outra pessoa em caso de aproximação de alguém infectado, que, ao falar ou espirrar, expele a secreção com o vírus e essa, ao atingir os olhos, o nariz ou a boca pode invadir o organismo da pessoa desenvolvendo assim a Covid-19. Já o álcool em gel, neutraliza o vírus que pode ser alcançado por nossas mãos em lugares como, corrimão de escadas, maçanetas.

Sobre o Sistema Hapvida – Com mais de 6,7 milhões de clientes, o Sistema Hapvida hoje se posiciona como um dos maiores sistemas de saúde suplementar do Brasil presente em todas as regiões do país, gerando emprego e renda para a sociedade. Fazem parte do Sistema as operadoras do Grupo São Francisco, RN Saúde, Medical, Grupo São José Saúde, além da operadora Hapvida e da healthtech Maida. Atua com mais de 36 mil colaboradores diretos envolvidos na operação, mais de 15 mil médicos e mais de 15 mil dentistas. Os números superlativos mostram o sucesso de uma estratégia baseada na gestão direta da operação e nos constantes investimentos: atualmente são 45 hospitais, 191 clínicas médicas, 46 prontos atendimentos, 175 centros de diagnóstico por imagem e coleta laboratorial.

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