APÓS POLÊMICA

Prefeitura de Campina Grande cogita usar modelo de intervenção no transporte público usado em São Paulo

Prefeito admitiu fazer intervenção no sistema de transporte público, caso empresas de ônibus não retomem o funcionamento

09/05/2022 15h02Atualizado há 2 semanas
Por: Paraíba Todo Dia
Foto: Reprodução
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O prefeito de Campina Grande, Bruno Cunha Lima (PSD), admitiu fazer uma intervenção no sistema de transporte público da cidade, caso as empresas de ônibus não retomem o funcionamento de quatro linhas, que atendem principalmente os distritos de Galante e São José da Mata. A informação foi divulgada nesta segunda-feira (09). O gestor deu prazo de 48 horas para o Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros (Sitrans) retomar com a circulação do transporte nessas regiões, sob pena de uma intervenção parcial ou total.

“A lei das concessões públicas dá o direto de fazer intervenção no contrato por um prazo de até 180 dias, então nós temos o direito, em caso de descumprimento do contrato, de fazer uma intervenção parcial, ou seja, só nessas linhas, ou total, no contrato com o todo, assumindo isso temporariamente, até que se abra uma nova licitação”, disse o prefeito.

A prefeitura cogita usar um modelo de intervenção adotado no município paulista de Presidente Prudente, em 2021. Nele, o município nomeou um interventor para gerenciar o sistema e afastou as direções das empresas.